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Animal Liberation-Humano Liberation
Ferro da Carne: DESNECESSÁRIO
A importância dada ao ferro da carne é excessiva.
Ferro é ferro, um único mineral. No entanto, esse ferro pode estar “disfarçado” de heme e não-heme. O ferro heme apresenta uma absorção de cerca de 20% e sofre pouca influência dos fatores que dificultam ou promovem a sua absorção.
Já o ferro não-heme apresenta absorção de cerca de 10% e é mais influenciado pelos fatores que estimulam ou inibem a sua absorção. O reino vegetal é composto exclusivamente por ferro não-heme. A diferença desses dois ferros é apenas na sua absorção. Entrando no organismo eles são iguais e têm as mesmas funções.
É aqui que começa a nossa questão: o ferro da carne não é esse “todo poderoso” ferro heme, mais absorvido. Vou explicar. Uma pessoa precisa absorver diariamente 1 a 2 mg de ferro. Como a absorção do ferro não é simples, a recomendação de ingestão dele é bem maior do que o que precisamos absorver. Homens precisam ingerir cerca de 8 mg de ferro por dia e as mulheres 18 mg. Pois bem, seguindo a recomendação de consumo de carne preconizada por muitos nutricionistas de 100 gramas de carne magra por dia e, sendo essa carne das mais ricas em ferro, a pessoa estará ingerindo 3 mg de ferro.
É aqui o ponto chave da questão! O ferro da carne é 60% não-heme (igual ao dos vegetais!!) e 40% heme. Portanto, se a questão de comer carne é pelo fato de ingerir o ferro heme, 100 gramas de carne contém 1,2 mg de ferro heme (40% do ferro total), e não 3 mg! Mas não para por aí! Após o abate do animal, a carne não é consumida imediatamente. Quanto mais tempo ela fica guardada, mais ferro heme se transforma em não-heme. E para piorar a situação, o calor também acentua a transformação do ferro heme em não-heme. Isso significa que quando você come a carne, está consumindo bem menos de 40% de ferro heme, ou seja, bem menos de 1,2 mg de ferro, mas vamos considerar que você ingeriu realmente esses 1,2 mg.
Esse ferro heme é 20% absorvido. Isso significa que, ao ingerir 1,2 mg de ferro, você estará absorvendo 0,24 mg de ferro. Lembre-se de que você precisa absorver de 1 a 2 mg por dia.
Através desses cálculos podemos ver claramente que a ingestão de carne não satisfaz as necessidades diárias de ferro. Estudos com vegetarianos demonstram claramente que a ingestão de ferro, ao contrário do que muitos pensam, é maior do que a de não-vegetarianos. Esses estudos demonstram que os vegetarianos costumam ingerir cerca de 15 a 20 mg de ferro por dia e, como a sua absorção é de cerca de 10%, absorvemos 1,5 a 2 mg por dia, que é a quantidade necessária.
Para ajudar ainda mais, a vitamina C é um dos maiores promotores da absorção de ferro. Os vegetarianos ingerem o dobro de vitamina C do que os onívoros, o que favorece intensamente a absorção do ferro.
Estudos populacionais demonstraram claramente que a prevalência de anemia ferropriva em vegetarianos é a mesma que a encontrada em onívoros. O artigo científico mais recente que discorre sobre esse fato pode ser encontrado com nome “Bioavailability of iron, zinc, and other trace minerals from vegetarian diets” e pode ser encontrado com a referência: American Journal of Clinical Nutrition. 78(3 Suppl):633S- 639S, 2003 Sep. Assim, não podemos, em hipótese alguma, dizer que o ferro contido na carne é tão importante quanto se alegam por aí.
Fonte: Grupo Bem Alimentado
Texto: Dr. Eric Slywitch
line limão
Escrito por l.animal às 20h29
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Roube de volta a sua vida
Economia - O domínio da sobrevivência sobre a vida - é essencial para a manutenção de todas as formas de dominação. Sem o perigo da escassez, seria difícil coagir as pessoas a obediência da rotina diária de trabalho e recompensas. Nascemos em um mundo economizado. A instituição social da propriedade tem feita da escassez uma ameaça cotidiana. A propriedade , seja privada ou comunal, separa o individuo do mundo, criando uma situação na qual, no lugar de simplesmente alguém pegar o que quer ou o que precisa, este alguém provavelmente necessitaria de permissão, uma permissão geralmente concedida apenas na forma de troca econômica. Desta maneira, diferentes níveis de pobreza são garantidas para cada um, mesmo para o rico, porque sob o domínio da propriedade o que a um é não é permitido obter supera o que para alguém é permitido ter. A dominação da sobrevivência sobre a vida é mantida.
Aqueles de nós, que desejamos criar nossas vidas como nossa reconhece que esta dominação, tão essencial para a manutenção da sociedade, é um inimigo que devemos atacar e destruir. Com este entendimento, o roubo e squats (locais abandonados que foram ocupados e transformados em moradias e ou espaços sociais auto-geridos) pode tomar uma parte significante de um projeto de vida insurgente.
Assistência social, se alimentar em sopões de caridade, Dumpster diving ( coletar alimentos em fins de feira por exemplo. N do T) ou pedir doações pode permitir que uma pessoa sobreviva sem um emprego fixo, mas de nenhuma maneira isso atacaria a economia, ainda está dentro da economia. O roubo e o squat são muitas vezes meramente táticas de sobrevivência. Squatters que exigem e reivindicam o "direito a um lar" ou tentam legalizar seus squats, ladrões que trabalham em seu "emprego" como qualquer outro trabalhador, apenas para acumular mais mercadorias insignificantes - estas pessoas não tem interesse em destruir a economia... eles meramente querem uma parte satisfatória de seus bens. Mas aqueles que ocupam e roubam como parte de uma vida insurgente, fazem isso , portanto, em desafio a lógica da propriedade econômica.
Recusar aceitar a escassez imposta por esta lógica ou se curvar as demandas de um mundo que não criaram, tais insurgentes tomam aquilo que eles desejam, sempre que a possibilidade surge, sem pedir a permissão de ninguém. Neste desafio a sociedade do poder econômico, toma-se de volta a abundancia do mundo como sua - e isto é um ato de insurreição.
Para manter o controle social, as vidas dos indivíduos devem ser roubadas sempre. E no lugar da vida, recebe-se a sobrevivência econômica, a tediosa existência do trabalho e da recompensa. Não podemos comprar a nossa vida de volta, nem pedi-la que seja doada de volta. As nossas vidas só serão nossas quando as roubarmos de volta - e isso significa tomar o que queremos sem pedir permissão...
-Feral faun
Escrito por l.animal às 17h31
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Há que acabar com tudo isto John Zerzan
A atual realidade está formada, como nunca esteve, de imensas penas e de cinismo: uma grande lágrima no coração da humanidade. O quotidiano vê aumentar a sua dose de horrores sem cessar acompanhada por um apocalipse rompante do meio ambiente. A alienação dos espíritos e os poluentes químicos disputam o predomínio na dialética da morte que rege a vida de uma sociedade dividida e gangrenada pela tecnologia. O cancro, desconhecido antes da civilização, transformou-se numa epidemia numa sociedade cada vez mais estéril e literalmente tumorosa.
Repentinamente, todos consumiremos drogas; sejam administradas sob regras ou vendidas sob contrabando, isto apenas é uma distinção formal. A terapia dos transtornos de cuidados oferece outro exemplo da tendência coercitiva da medicamentação da angústia e a agitação generalizada, que gera uma realidade cada vez mais frustrante. A ordem dominante fará, evidentemente, todo o possível por negar a realidade social. A sua tecnopsiquiatria considera o sofrimento humano como de natureza biológica e de origem genética.
Novas patologias, resistentes à medicina industrial estendem-se à escala planetária da mesma forma que o fundamentalismo religioso - sintoma de frustração e de profunda miséria psíquica. E à espiritualidade New Age (a filosofia para uso "dos caranguejos", segundo Adorno), assim como as inumeráveis terapias paralelas deleitam-se em vãs ilusões. Pretender que pode-se estar íntegro, esclarecido e em paz no seio da loucura atual é, de fato, aceitar esta loucura.
O fosso entre ricos e pobres alarga-se, particularmente neste país onde os sem-teto e os presos contam-se por milhões. A cólera aumenta e as mentiras da propaganda que fundamentam a sua sobrevivência não encontram já a mesma credibilidade. Este mundo, onde reina a falsidade, encontra apenas a adesão que merece: a desconfiança em direção às instituições é quase absoluta. Mas a vida social parece congelada, e o sofrimento dos jovens é sem dúvida o mais profundo. A taxa de homicídios entre adolescentes de 15 a 19 anos duplicou entre 1985 e 1991. O suicídio transformou-se em reação de procura de cada vez mais adolescentes, que não encontram forças para alcançar a idade adulta num inferno como este.
A nossa época pós-moderna encontra a sua expressão essencial no consumo e na tecnologia, que dão aos mass media a sua força estupefaciente. Imagens e slogans impactantes e fáceis de digerir impedem de ver o espetáculo terrorífico da dominação que repousa essencialmente sobre a simplicidade das representações. Inclusive os enganos mais flagrantes da sociedade podem servir para esta empresa de hipnose coletiva, como é o caso da violência, fonte de infinitas diversões. Seduzem-nos as representações de comportamentos ameaçantes, pois o aborrecimento é uma tortura maior que o espanto. A natureza, ou o que resta dela, reprova-nos amarguradamente o modo em que a existência atual está pervertida, frígida e adulterada. A morte do mundo natural e a penetração da tecnologia em todas as esferas da vida desenvolve-se a um ritmo cada vez mais rápido. A multidão informaticamente enlaçada, os marginais tecnóides, os ciber-não-importa-quê, a realidade virtual, a inteligência artificial... Até chegar à vida artificial, última ciência pós-moderna. Entretanto, a nossa Era da Computação "pós-industrial", tem com principal conseqüência a nossa transformação acelerada num "apêndice da máquina", como se dizia no século XIX. As estatísticas da administração judicial indicam, todavia, que as empresas, cada vez mais informatizadas, são o teatro de cerca de um milhão de delitos violentos por ano, e que o número de patrões assassinados duplicou nos 10 últimos anos.
O sistema, na sua atroz arrogância, espera que as suas vítimas se conformem votando e reciclando os seus resíduos, fazendo-lhes crer que tudo irá muito bem. O espectador é somente suposto, não tem de saber nada e não merece nada.
A civilização, a tecnologia e as divisões que dilaceram a sociedade, são componentes de um todo indissolúvel. Uma carreira para a morte, fundamentalmente hostil às diferenças qualitativas. A nossa resposta terá de ser qualitativa, sem fazer caso dos eternos paliativos quantitativos que reforçam, de fato, aquilo que queremos abolir.
Escrito por l.animal às 18h07
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liberte-se do Consumismo.
O capitalismo eo consumismo sempre estão aumentando suas apostas.Eles manuseiam a frustação através da criação de expectativas cada vez maiores.
Assim que alguma coisa se torna se acessivel a todos,¨deixa ser atrativo¨ se ontem vc tinha um radio,hoje vc tem que ter uma televisão de plasma. Novas ¨necessidades¨são criadas através da produção e promoção de novos artigos e atividades que, na verdade, são acessíveis somente a pequeno grupo de consumidores extravagantes.
O Apelo psigológico,quase sempre usado nos anúcios publicitário passa uma forma enganosa de realização pessoal além de extrair das pessoas suas atitudes reflexivas .O resultado de tudo isso é a possibilidade da despersonalização do homem que se deixa levar pelas propagandas, já que elas têm se contituindo num ponto de atração muito negativ.
Ao mostrar pessoas ¨bonitas¨,riquezas,gente famosa a propaganda passa uma imagem que garante felicidade e bem-estar as pessoas que consumirão o produto.Todos esse sensacinalismo, pode ser prejudicial,podendo influenciar também no preço dos produtos.
As pessoas dominadas pelos anúncios deixam de refletir sobre o que está por de traz da criação publicitaria e desejam vez mais ser superiores ás outras.Ocorre,então a personalização do homem pois os que se deixam levar pelas propagandas e pelas marcas,despreucupam-se com seu interior e passam a dar valor a coisas supérfluas e exteriores.
Seria melhor as pessoas se concientizarem do mal que elas estão causando a si próprias e pararem de dar importancia as coisas fúteis.Se não,futuramente,serão escravas da publicidade.
Enquanto vo gasta seu sálario com roupas de marca (Forum,nike,adidas e etc...)Milhares de pessoas morrem de fome.
Devemos nos concientizar de que existem coisas mais importantes do que isso.
xBuiuX
Escrito por l.animal às 11h43
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Os pecuaristas desmataram uma área equivalente ao Estado de Minas Gerais na Amazônia.
Parar de comer carne sempre foi a bandeira dos vegetarianos. Suas razões eram principalmente a saúde humana e os direitos dos animais. Hoje, o foco mudou. “Agora o meio ambiente pesa na decisão de não comer carne”, diz o biólogo Sérgio Greif, da Sociedade Vegetariana Brasileira.
O gado tem sido considerado o grande vilão da Amazônia. Hoje, o Brasil mantém 195 milhões de bovinos. Há mais bois que pessoas. Cerca de 35% desse rebanho está na Amazônia. Para alimentar o gado, os pecuaristas desmataram uma área de 550 quilômetros quadrados, o equivalente ao Estado de Minas Gerais. Criados livres no campo, sem ração, os bois precisam todo ano de novas áreas derrubadas para a formação de pasto.
Escrito por l.animal às 17h42
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Você acha que é possível ser um ambientalista carnívoro?
- Desmatamento São destruidos 200km² de florestas tropicais por ano, para criar espaço destinado a criação de animais. Para cada 150g de hamburguer feito com a carne de animais criados nessas áreas, são consumidos 16km² de terra.
Escrito por l.animal às 19h17
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Um ótimo livro: Grupo Krisis - Manifesto contra o Trabalhotimo
1. O domínio do trabalho morto
Um defunto domina a sociedade - o defunto do trabalho. Todos os poderes ao redor do globo uniram-se para a defesa deste domínio: o Papa e o Banco Mundial, Tony Blair e Jörg Haider, sindicatos e empresários, ecologistas alemães e socialistas franceses. Todos eles só conhecem um lema: trabalho, trabalho, trabalho ! Os que ainda não desaprenderam a pensar reconhecem facilmente que esta postura é infundada. Pois a sociedade dominada pelo trabalho não passa por uma simples crise passageira, mas alcançou seu limite absoluto. A produção de riqueza desvincula-se cada vez mais, na seqüência da revolução microeletrônica, do uso de força de trabalho humano - numa escala que há poucas décadas só poderia ser imaginada como ficção científica. Ninguém poderá afirmar seriamente que este processo pode ser freado ou, até mesmo, invertido. A venda da mercadoria força de trabalho será no século XXI tão promissora quanto a venda de carruagens de correio no século XX. Quem, nesta sociedade, não consegue vender sua força de trabalho é considerado “supérfluo” e está sendo jogado no aterro sanitário social. Quem não trabalha, não deve comer ! Este fundamento cínico vale ainda hoje - e agora mais do que nunca, porque tornou-se desesperançosamente obsoleto. É um absurdo: a sociedade nunca foi tanto sociedade do trabalho como nesta época em que o trabalho se faz supérfluo. Exatamente na sua fase terminal, o trabalho revela, claramente, seu poder totalitário, que não tolera outro deus ao seu lado. Até nos poros do cotidiano e nos íntimos da psique, o trabalho determina o pensar e o agir. Não se poupa nenhum esforço para prorrogar artificialmente a vida do deus-trabalho. O grito paranóico por “emprego” justifica até mesmo acelerar a destruição dos fundamentos naturais, já há muito tempo reconhecida. Os últimos impedimentos para a comercialização generalizada de todas as relações sociais podem ser eliminados sem crítica, quando é colocada em perspectiva a criação de alguns poucos e miseráveis “postos de trabalho”. E a frase, seria melhor ter “qualquer” trabalho do que nenhum, tornou-se a confissão de fé exigida de modo geral. Quanto mais fica claro que a sociedade do trabalho chegou a seu fim definitivo, tanto mais violentamente este fim é reprimido na consciência da opinião pública. Os métodos desta repressão psicológica, mesmo sendo muito diferentes, têm um denominador comum: o fato mundial de o trabalho ter demonstrado seu fim em si mesmo irracional, que tornou-se obsoleto. Este fato vem redefinindo-se com obstinação em um sistema maníaco de fracasso pessoal ou coletivo, tanto de indivíduos quanto de empresas ou “localizações”. A barreira objetiva ao trabalho deve aparecer como um problema subjetivo daqueles que caíram fora do sistema. Para uns, o desemprego é produto de exigências exageradas, falta de disponibilidade, aplicação e flexibilidade dos desempregados, enquanto outros acusam os “seus” executivos e políticos de incapacidade, corrupção, ganância ou traição do interesse local. Mas enfim, todos concordam com o ex-presidente alemão Roman Herzog: precisa-se de um “arranque”, como se o problema fosse semelhante ao de motivação de um time de futebol ou de uma seita política. Todos têm, “de alguma maneira”, que puxar a carroça, mesmo se ela não existir, e colocar toda energia para arregaçar as mangas, mesmo que não exista nada a ser feito ou somente algo sem sentido. As entrelinhas dessa mensagem infeliz deixam muito claro: quem não encontra a misericórdia do deus-trabalho tem a sua própria culpa e pode ser excluído, ou até mesmo descartado, com boa consciência. A mesma lei do sacrifício humano vale em escala mundial. Um país após o outro é triturado sob as rodas do totalitarismo econômico, o que comprova sempre a mesma coisa: não atendeu às assim chamadas leis do mercado. Quem não se “adapta” incondicionalmente ao percurso cego da concorrência total, não levando em consideração qualquer dano, está sendo penalizado pela lógica da rentabilidade. Os portadores de esperança de hoje são o ferro-velho econômico de amanhã. Os psicóticos econômicos dominantes não se deixam perturbar em suas explicações bizarras do mundo. Aproximadamente três quartos da população mundial já foram declarados como lixo social. Uma “localização” após a outra cai no abismo. Depois dos desastrosos países “em desenvolvimento” do Hemisfério Sul e do departamento do capitalismo de Estado da sociedade mundial de trabalho no Leste, também os discípulos exemplares da economia de mercado no Sudoeste Asiático desapareceram no orco do colapso. Também na Europa se espalha há muito tempo o pânico social. Os cavaleiros da triste figura da política e do gerenciamento continuam em sua cruzada ainda mais ferrenhamente em nome do deus-trabalho. “Cada um deve poder viver de seu trabalho: é o princípio posto. Assim, o poder-viver é determinado pelo trabalho e não há nenhuma lei onde esta condição não foi realizada.” (Johann Gottlieb Fichte - Fundamentos do Direito Natural segundo os Princípios da Doutrina-da-Ciência, 1797)...
O texto na íntegra pode ser lido na página abaixo. http://www.consciencia.org/krisis.shtml
Escrito por l.animal às 11h05
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Leite: Não é natural
Maioria das pequenas fazendas foi substtituida por fábricas ondes as vacas são armazenadas em grandes galpões e tratados como verdadeiras maquinas de leite.Para manter a produção de leite maia alta possível, os fazendeiros fazem inserminação artificial nas vacas todos os anos.O crescimento hormonal e a programação não natural da produção de leite causa dor nos úberes(mamas)das vacas produtoras, em algumas situações elas ficam tão pesadas que ficam arrastando no chão,resultando frequente em infcção e no uso exagerado de antibiologicos. O leite pode causar anemia alergia e diabetes de dependência de insulina.Ao invés de prevenir a osteoporose-como se acretida-o leite e seus derivados podem causar-la já que o leite esta cheio de proteinas que retiram o cálcio dos osso...
O QUE VOCE PODE FAZER De um(chute)na garrafa!Em vez de beber leite,experimente os deliciosos:leite de soja,queijo e sorvete e outros produtos que vc encontra em supermecados... xbuiux
Escrito por l.animal às 21h34
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Historicamente,o homem tem expandido o alcance de seu domínio ético à medida que a ignorância e as carências foram sendo diminuídas.Primeiro para além de sua família ou tribo,depois para,alem de sua religião,seu grupo racial e sua nação. Hoje em dia,incluir outras espécies no escopo dessas decisões pode parecer impensável para os conservadores.Um dia,décadas ou séculos no futuro,poderá ser nada mais que um pré-requisito do comportamento "civilizado" Através da história,os animais têm sido usados como meios para objetivos humanos.Consequentemente,é impossível evitar todos os produtos que estejam de alguma maneira vinculado ao sofrimento dos animais.No entando,se reijeitarmos os produtos primários pelos quais os animais são mortos e explorados, estaremos retirando op apoio e contribuindo para reduzir o sofrimento. Aliviar o sofrimento dos outros seres é a essência do veganismo e ele pode ser adotado por cada um de nós. Não importa que outras crenças nós tenhamos ou como levamos nossa vida em outros aspectos,nós podemos tomar uma decisão conciente de agir com bondade e compaixão em vez de apenas seguir habitos e tradições.Tomar decisões humanitarias é a afirmação última da nossa qualidade humana.
xbuiux
Escrito por l.animal às 11h27
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- A questão não é "Animais falam?", nem tampouco "Animais raciocinam?", mas sim "Animais sofrem?" - Jeremy Bentham

line.
Escrito por l.animal às 18h03
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Ativistas invadem laboratório da USP
Plantão | Publicada em 10/11/2008 às 07h56m Fabiano Nunes, Diário de S.Paulo
SÃO PAULO - O grupo Frente de Libertação Animal (FLA) invadiu um laboratório do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP) e destruiu materiais de pesquisas, equipamentos e computadores. Ninguém foi identificado ou detido. De acordo com a polícia, uma professora da Faculdade de Biologia comunicou a ação do grupo ao 93 DP (Jaguaré), por volta das 10h30m de quinta. O prédio foi invadido por volta das 8h15m. O grupo, que protesta contra a utilização de animais em pesquisas, danificou o microscópio, o monitor do computador, um notebook e cortou os fios dos telefones. Eles espalharam os materiais de pesquisas pelo chão, o que danificou sua utilização. Nada foi levado do laboratório. Segundo a polícia, o grupo também pichou a parede com a seguinte frase: "ALF ataca novamente. Nós voltaremos. Pensem em alternativas." ALF (Animal Liberation Front) é a sigla do grupo em inglês. O grupo costuma fazer ações para libertar animais que são usados em pesquisas. Em seu site, a ALF estimula ações individuais, como resgates e sabotagens. A polícia pediu que fosse feita perícia técnica no local. O caso foi registrado no 93 DP como danos qualificados. Grupo é contra exploração de bichos O Animal Liberation Front (ALF), ou Frente de Libertação Animal (FLA), é um grupo sem líderes que atua em cerca de 35 países. O grupo age em células que operam clandestina e independentemente umas das outras. No Reino Unido, eles utilizam uma frase que explica esse modelo de ativismo: "Por isto que a FLA não pode ser destruída, não pode ser infiltrada, não pode ser parada. Você, todos e cada um: vocês são a FLA." Um dos objetivos da Frente de Libertação Animal é causar dano aos que lucram com a miséria e a exploração dos bichos. Como a estrutura do grupo não tem hierarquia, cada indivíduo ou célula controla sua própria atividade. As ações são anônimas e divulgadas pelo grupo em seu site. O último registro é de uma ação na Universidade de Los Angeles, nos Estados Unidos. A invasão na USP não está registrada na página.
http://oglobo.globo.com/sp/mat/2008/11/10/ativistas_invadem_laboratorio_da_usp-586330600.asp
Escrito por l.animal às 12h27
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Good Day Fest
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Data: 30 de novembro 2008 - Hora: 15:00
Local: kID KANGO - AV. CESAR COSTA - 214 - VILA NOGUEIRA - TAUBATÉ
Good Day Fest
Show com as bandas
Alto teor de revolta
Supremacia
Anonimatus
Levante
Reticencia
Jantar Vegetariano grátis no final do evento (prasãda)
Venda de material independente, Vegan Life Foods, Camisetas
Exposições de zines
Sorteio Hard Life Tattoo
Ingressos à venda no estúdio Hard Life Tattoo - R$ 7,00
Favor não consumir álcool ou drogas no evento
Maiores Informações : 8145-3410
Categoria: Evento
Escrito por l.animal às 12h20
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Anualmente, milhões de animais são criados em confinamentos para engordarem, depois transportados por longos percursos e finalmente abatidos de forma cruel.Entretanto,na hora de consumir um bife suculento ou uma coxinha de frango crocante a maioria das pessoas ñ quer ouvir falar nisso ¨carne contém nutrientes importantes que o ser humano necessita. Não podemos comer apenas hortaliças, precisamos de tudo um pouco. E isso inclui carne¨. Muitas vezes são comentários como este que os vegetarianos escutam de amigos que julgam saber tudo melhor, embora poucos tenham se informado sobre questões de alimentação e saúde. Cada um tenta defender suas ações, pois cada um está convencido de que sua éa maneira correta de viver assim também agem os carnívoros entre os seres humanos. Será porém, que é justo comer carne? Responder esta pergunta com um simples sim ou não é impossível, pois certamente depende das circunstâncias que cada um vive
XbuiuX
Escrito por l.animal às 12h17
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" Aqui estou na dificil missão de levar a você, uma mensagem que possa ser como uma Luz ou um Mantra.. Nós não somos mais crianças. Um dia acontece, a gente tem que crescer, temos que encarar a responsa. " CBJr.
Entretenimento? Vamos ao circo para ver as palhaçadas, impressionantes truques de mágica, números fantásticos... e o entrosamento do homem com as outras espécies de animais, não é? - Vamos ao circo Galera??

Esperamos uma demonstração de parceria e respeito. Mas como esses animais ferozes, selvagens, obedecem o domador? O que acontece com os animais nos bastidores, em seu treinamento inclui humilhação, fome e sede. O domínio desses animais selvagens é feito através da dor! Os animais de circo trabalham por medo!

line.
Escrito por l.animal às 13h13
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Libertação animal libertação humana
A libertação animal só poderá ser realizada mediante uma plena libertação humana tentar realizar uma sem realizar esta primeiro e algo impossível
Entenda por libertação humana uma total desdomesticação a busca de um novo estilo de vida A atual realidade nos faz realizar ações robóticas agindo por dogmas e tradições
A experiência prova que as preocupações para manter um padrão de vida cada vez mais elevado ocupam muito tempo e gastam demasiada energia. Sem desprezar a tecnologia, necessário é constatar que o desenvolvimento econômico, tal como e se processa torna se violento e injusto. Ele e reacionário
- Violento, porque estraga a natureza esgota as reservas da terra, destrói sem necessidade milhares de plantas e animais prejudica a saúde do homem pela poluição faz dos oceanos esgotos a céu aberto.
-injusto, na medida em que os homens se vêem submetidos a horário desumanos de serviços, trabalhando dia e noite enquanto outros, no campo ou na periferia das cidades permanecem desempregados e até padecendo de fome.engelheiros e técnicos, que trabalham lado a lado com os operários. São proprietários de carros e gozam de regalias; ao passo que o peão muitas vezes não tem sequer um prato de arroz para se alimentar em casa. Latifundiários dispõem de hectares e mais hectares de terras que nem mesmo conhecem ou percorreram, enquanto pequenos lavradores se vêem constrangidos a trabalhar a terra de terceiros ,em regime de ameia frequentemente,são expulsos.
Quem consome demais- da comida ao carro à televisão- esta em plena contradição com a revolução que ele predente promover.
como condernar os abusos da civilização, da gasolina,do asfalto, da compra a prestação das coisas inuteis e surpéfluas se ao mesmo tempo corremos atraz e usamos das vantagens que favorecem os ricos? Tal conduta corresponderia a uma mentira.
A vida se mostra monstruosa e individualizada onde a cada dia perdemos nossa compaixão ao próximo. Como alancaremos um libertação animal se somos seres escravizados. Quebrem suas correntes !!!
xbuiux
Escrito por l.animal às 13h56
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